Lipoaspiração

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Por que é preciso usar a cinta pós-cirúrgica depois da lipoaspiração?

Qualquer tipo de procedimento cirúrgico feito no corpo costuma ser muito invasivo. Além de cuidados no pré-operatório, como realizar os exames devidamente pedidos, o resultado perfeito para uma cirurgia plástica depende muito dos cuidados no pós-operatório, sendo que um dos itens primordiais é a cinta modeladora pós-cirúrgica.

Na lipoaspiração, por exemplo, a utilização da cinta cirúrgica possui o objetivo  principal de desenhar a pele em um novo contorno corporal, e os trabalhos secundários de evitar edemas e ajudar a manter a postura ereta, impossibilitando as famosas dobras na barriga.

Um dos papéis fundamentais do uso da cinta de compressão do corpo é compactar os tecidos que irão sofrer algum tipo de trauma durante a cirurgia. Por isso, precisa ser confortável, visto que seu objetivo é conter e não apertar, pois cintas modeladoras apertadas em excesso causam dor e aumentam os problemas que podem acontecer.

Pensando nisso, a Center Cintas separou algumas dicas importantes para você se entender com os modelos de cintas certos e manter os resultados do pós-operatório da cirurgia de lipoaspiração.

Características importantes para uma cinta

A compressão da pele e dos tecidos que estão abaixo são as responsáveis por diminuir o acúmulo do edema, evitando que bolsões de líquido se formem e criando, com a própria movimentação, uma drenagem linfática local, absorvendo esses bolsões.

Em algumas cirurgias, como nos diferentes tipos de lipoaspiração, onde acontece uma locomoção de pele em uma área muito extensa da superfície corporal, a compressão promovida pelo modelador promove uma fixação adequada da pele.

Sem essa compressão, existe uma tendência de que o espaço que sobre na pele acabe sendo preenchido por uma espécie de líquido que dificulta a cicatrização da pele sobre as estruturas remanescentes e pode causar flacidez, características que comprometem o resultado final da cirurgia.

Porém, não usar o aparelho de estética também é ruim. Se o problema for o uso contínuo da melhor cinta modeladora, a compressão oferecida acaba por diminuir a perda da capacidade elástica do material. Isto gera uma situação onde o modelador precisa ser ajustado novamente ou substituído por um novo.

Caso a compressão oferecida pela cinta pós-cirúrgica seja muito forte, é possível que você tenha problemas na hora de recuperação da lipoaspiração, como a falta de circulação sanguínea nos locais comprimidos, gerando consequências sérias, como necrose de pele causada pela isquemia de uma compressão excessiva.

Outro problema muito comum para quem usa a cinta modeladora é caso a pele dobre. Por conta de ser um material compressivo, ele exerce uma força contínua sobre a pele. Se, na hora de vestir esse aparelho de estética, não houver certos cuidados, a pele pode se dobrar abaixo do modelador, sem que o paciente perceba.

Com essa dobra, que pode acabar por isquemiar a pele, pode acabar surgindo uma marca no local, que é impossível de ser removida. Além disso, se colocado errado, a compressão da cinta pode fazer com que algumas áreas mais sensíveis da pele acabem sofrendo com ulcerações, como é o caso da virilha.

Para evitar isso, o modelo de cinta precisa ser vestido adequadamente e usado junto a um exemplar de placa de contenção, que pode se tornar uma proteção alternativa eficiente.

A cicatriz formada na hora da recuperação da cirurgia de lipoaspiração tradicional ou a laser é o que irá garantir uma fixação definitiva das estruturas da área operada. Para ter a resistência adequada e garantir uma fixação eficaz, é preciso que ela atinja uma capacidade máxima para suportar a tração do movimento.

Isso é obtido quando a cicatriz chega em sua fase de maturação, geralmente por volta do sexto mês, após a cirurgia de lipoaspiração. Uma cicatriz começa a se formar por volta do terceiro mês após o procedimento.

É a partir desse ponto que ela começará a ter resistência suficiente para assegurar que a estrutura da pele não sofra deformação durante qualquer tipo de exercício. Por isso, muitos cirurgiões recomendam que a cinta pós-cirúrgica seja utilizada por, pelo menos esses 3 meses.

Entretanto, o período de aplicação da cinta pode variar entre 1, 2 ou 6 meses, dependendo do processo de cicatrização, flacidez da pele antiga do paciente, acomodação da pele ao novo contorno corporal e recomendação médica.

Pacientes de pele mais flácida, por exemplo, precisarão prolongar o tempo de permanência com a cinta modeladora, pois ela estará ajudando para que a pele se retraia e molde com mais facilidade.

As cintas pós-cirúrgicas acabam sendo encontradas na Center Cintas, feitas em materiais que facilitam a higienização, como tecido em algodão emborrachado, malhas de compressão, colchetes laterais ou frontais, sem colchetes, bojo costurado com espuma, alças destacáveis, barbatanas na frente e nas costas…

Existem vários modelos no mercado, entretanto, os mais indicados são os de colchetes, que facilitam o vestir e o despir, fazendo a compressão nas coxas, local frequentemente lipoaspirado.